das águas do meu corpo.
Permanecer no escuro
para fugir do dia.
Afrouxar as válvulas do meu peito,
soltar os vapores do incêndio
que hora consome, hora sufoca
mas sempre queima.
Apagar os traços do meu rosto
e desenha-los novamente
por cima das marcas antigas.
Escrever estas palavras
e mergulhar no silêncio.
"Nunca mais", disse o corvo.